segunda-feira, 27 de junho de 2011

April Skies: Jubilee

Brilhante este post sobre a edição de 25 anos do album "The Queen is dead" dos The Smiths.
No blogue April Skies.
April Skies: Jubilee


sexta-feira, 24 de junho de 2011

O Euro, Portugal e Passos Coelho

Um dia o meu Verão vai ser assim

Glastonbury Festival 2011

All

All we want from you are the kicks you've given us.
All we want from you are the kicks you've given us.
All we want from you are the kicks you've given us.
All we want from you are the kicks you've given us.

Antes do Beijo

O "Público" mostra-nos o que afinal aconteceu antes do beijo.



Estado de graça

O quê? Já não precisamos de emprestar mais nada?


Mais Obamanomics - Espectador Interessado

Mais um excelente artigo sobre a política económica de Obama.
No "Espectador Interessado".

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Em espera para o Super Rock

A tirada do Tim

Tim Pawlenty, candidato às primárias Republicanas nos EUA, teve uma tirada infeliz durante o debate entre candidatos republicanos.
Disse que EUA não são comparáveis a Portugal e à Argentina, e efectivamente é verdade.
A constante comparação a países estrangeiros e a situações que apenas dizem respeito apenas a esses países.
Acho que o Tim se deveria preocupar mais com o seu país e arranjar exemplos dentro do seu país. Ganharia muito mais com isso a política dos EUA.
Às vezes, as comparações dão mau resultado. Já ninguém se lembra do "Tigre Europeu", o mesmo que pediu ajuda ao FMI?

Abrir o Estado,Fechar Governos Civis - Manuel Queiroz

Manuel Queiróz no "I".
Artigo completo aqui.


Passos Coelho fez um discurso em que apontou caminhos de abrir o Estado (mais concorrência, novas regras, Justiça mais célere), mas falando também da necessidade de enfrentar uma emergência social que parece inevitável (ou então que já existe e vai ser pior). Ou seja, nas palavras, pelo menos, o novo chefe do governo não acredita no português suave das meias medidas. O confronto com a realidade é sempre o melhor teste para estas coisas, sobretudo quando andamos em terra sem mapa de tripla crise - crise económico-financeira, crise de dívida e crise de competitividade.

Eles andam loucos

O artigo de Ana Sá Lopes no "I", a propósito da problemáticos dos bloquistas.


E de repente o i passou a ser co-protagonista de uma cisão no Bloco de Esquerda - Rui Tavares, independente eleito nas listas do BE ao Parlamento Europeu, perdeu a "confiança pessoal e política" em Francisco Louçã. A história é, do princípio ao fim, um absurdo. Sem escamotear que o i cometeu um erro, quando por lapso não incluiu Fernando Rosas no núcleo fundador do BE, dando relevo ao facto de Daniel Oliveira ter "baptizado" o partido, como Rui Tavares tinha contado no Facebook. Este foi o único "pecado" de Rui Tavares, que se recusou nesse dia a fazer novas declarações ao jornalista do i, remetendo-o apenas para o que tinha escrito no Facebook. Contactado por uma assessora do Bloco, o jornalista do i afirmou que tinha lido no Facebook de Tavares a referência a Daniel. O ataque de Louçã, insinuando que Tavares estaria na origem de uma alegada conspiração para apagar Fernando Rosas do quarteto de fundadores do BE, é surreal. Mas, valha a verdade, não é menos absurdo que um deputado independente decida mudar de grupo político em Estrasburgo (não é exactamente o mesmo que mudar de partido) por se ter zangado com Louçã. Valium 5 para a mesa do canto, já!

Estes ficaram nervosos

Brevemente irão arranjar um novo local de trabalho.

terça-feira, 21 de junho de 2011

A Grécia outra vez

A corrida grega ao "ouro".
No "Espectador Interessado".

Apaixonado

Boa sorte

A saída de André Villas Boas é mais do que normal.
Ganhou muito num ano. Teve uma proposta irrecusável financeiramente. Não há muito mais a dizer.
No Chelsea, o trabalho vai ser muito mais duro. Afinal, esta será a grande prova de fogo. Daqui a 10 meses faremos as contas, mas financeiramente já ganhou.

O princípio de muitos fins. Esperamos.

Boa a decisão de PPC em terminar com os Governos Civis.
Deverá continuar em extinguir tudo aquilo que apenas serve para gastar dinheiro ao Estado, e promover a imagem dos outros.

A Nova AR

Bom,  e lá se resolveu um problema da melhor maneira possível.
Escolheu-se uma Senhora, e já está.
A AR fica mais bela.