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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Os primeiros trinta........dias

Passaram o s primeiros trinta dias de governação.
Para já acabaram-se os Governadores Civis. Foi bom.
Introduziu-se um novo imposto extraordinário sobre o 13º mês. Foi mau.
Aumentos dos transportes, aumentos continuados até final do ano.
Houve um Bairrão nestes primeiros 30 dias e alguém mentiu. Nunca saberemos quem.

Mas o que mais me preocupa, é que não se faz nada ao Estado gordo. Não se faz nada no lado da despesa.
Há e afinal sempre havia lugar para os economistas fantásticos que temos, que andam há 10 anos a mandar "bitaites". Mas na Administração da CGD, ganha-se mais do que no Governo.

Ora que chatice. Ora que vergonha.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Abrir o Estado,Fechar Governos Civis - Manuel Queiroz

Manuel Queiróz no "I".
Artigo completo aqui.


Passos Coelho fez um discurso em que apontou caminhos de abrir o Estado (mais concorrência, novas regras, Justiça mais célere), mas falando também da necessidade de enfrentar uma emergência social que parece inevitável (ou então que já existe e vai ser pior). Ou seja, nas palavras, pelo menos, o novo chefe do governo não acredita no português suave das meias medidas. O confronto com a realidade é sempre o melhor teste para estas coisas, sobretudo quando andamos em terra sem mapa de tripla crise - crise económico-financeira, crise de dívida e crise de competitividade.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Uma maioria de mudança

Sobre o novo Governo, estou  muito curioso para ver os secretários de Estado.
Sobre os Ministros, para já alguma cautela.
O que mais me impressiona é Nuno Crato. Espero que agora não se esqueça do que disse, e faça mesmo a revolução necessária, a começar no aperto aos professores.

terça-feira, 26 de abril de 2011

This house is a circus (4)

Vivemos actualmente um estado completamente louco de notícias, de comentários, em que parece que estamos na ponta final de algo. Ontem pelas televisões passearam cuidadosamente governantes, analistas, comentadores e afins sempre com o propósito de nos avisarem para a realidade "dura" que atravessamos, mas sempre cuidadosamente também sem referir os responsáveis deste estado actual.
Ora, a maioria dos intervenientes são os mesmos que nos governaram nos últimos 37 anos. São os mesmos que se guerrearam por completo na ânsia do poder, na ânsia de conseguir em alguns casos mais protagonismo que outra coisa qualquer, e por esse motivo, não vejo agora sinal para lhes dar ouvidos.
Este primeiro-ministro arrasou as contas do país. Os antepassados foram arrasando, criando monstros inqualificáveis dos quais não nos vamos livrar tão facilmente.
E hoje, todos têm soluções milagrosas, dão instruções, indicações, mas a interrogação paira no ar. Porque não o fizeram em seu tempo? Quando estiveram a usufruir democraticamente e de forma legítima da autoridade que a população lhes concedeu.
Por outro lado temos os que se manifestam por tudo, aqueles que acham que está tudo mal, mas na realidade quando chega o momento não exercem o seu direito de voto.Vale a pena lutar, passar por sacrifícios, mas quando chegar a hora deve fazer-se ouvir a voz. Eu já me decidi. A minha voz no dia 5 lá estará, independentemente das minhas convicções (que fui abandonando ao longo dos tempos) e daquilo que vejo.
O que vejo hoje não me agrada, não me seduz, e tenho dúvidas que algum jovem (fala-se tanto nos jovens) se sinta atraído pela política de hoje. Excepção aos "Boys and Girls", mas isso eram contas de outro rosário.
Por favor votem. Em quem quiserem, mas votem. Já chega.