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domingo, 5 de junho de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O debate desta noite

O debate desta noite foi mau. Estamos entregues à "bicharada". 
Como já referi, embora mantenha o meu voto em branco, o único homem capaz de governar o país é Paulo Portas.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Espectador interessado: Segurança e aventura

Segurança e aventura
A ler. No blogue "Espectador interessado".




A brincar às eleições

O PSD anda a brincar às eleições.
Não estão a conseguir passar mensagem nenhuma. E se ganharem será por desgaste dos outros e não por mérito. O PP está a fazer uma campanha totalmente inteligente (coisa que não admira). No entanto, as sondagens, não nos auguram nada de novo. Mas valem o que valem.
Depois disto tudo é caso para dizer que até o rato Mickey ganhava ao Sócrates.
Abram os olhos.

sábado, 14 de maio de 2011

Declaração de interesses

No dia 5 de Junho vou votar. Faço-o desde os meus 18 anos.
Votei sempre em eleições de qualquer tipo, referendos e outras coisas que tais. É um direito que me assiste e um dever. Assim posso sempre reclamar. Posso sempre manifestar a minha voz contra ou a favor de algo.
Sou de direita. Podia não ser, mas não era a mesma coisa. Sempre votei à Direita, na esmagadora maioria das vezes intercalada por alguns votos em branco. Como muitos estou cansado deste sistema, destas pessoas, destes políticos que nos governaram e dificlmente e mais grave, vejo muito poucos com capacidade para fazer algo no mínimo que nos ajude a sair daqui. Tenho assitido com alguma tristeza às mais variadas cretinices nos últimos meses, isto em matéria de escrita e também de declarações de políticos que na realidade apenas se governam, e se esqueceram de nos governar. Com o passar do tempo e das variadas eleições também eu me desiludi. Já fui filiado em dois partidos e assim me desfiliei. Cansei-me, fartei-me de hipocrisia e de tudo o que rodeia a política em Portugal. Parece-me que não fui feito para isso. Isto quase que parece um discurso à esquerda mas não é. Não quero sair do Euro, quero cá o FMI para ajudar com é óbvio, não quero sair da União Europeia, mas por outro lado gostaria que se fizesse política pela política, apenas e só.
Este Governo governou mal, e teoricamente deveria ser punido.A oposição de esquerda tem sido verdadeiramente inútil. Tem feito propostas de coisas que sabe que não se podem cumprir. O PSD, ficou áquem do esperado, com uma gigantesca quantidade de idiotas úteis que só sabem falar e nada dizem, embora o seu líder tenha efectuado um esforço meritório. Ora, o PP, optou estrategicamente (e bem) pelo silêncio durante as negociações com a Troika, e apresentou propostas que merecem algum aplauso porque sabemos que se podem cumprir. Ainda ontem, Paulo Portas sugeriu e muito bem a redução para metade dos deputados. Alguém está interessado? Parece que não. Mas mesmo assim não vou votar no CDS, já o fiz em muitos outros momentos, e agora não. Porque sou coerente com as minhas convicções, e no passado o líder deste partido, teve atitudes que me desgostaram profundamente. Então volto a deixar o meu boletim em branco. Sonho, como os homens sonham de que dia, na AR, se mudará a Constituição e os descrentes que exercem o seu direito de voto, ou seja aqueles que não falam mal só por falar, e enchem manifestações para o "convívio", tudo será diferente e na AR haverão cadeiras vazias, não se pagarão esses sal´rios porque existirem portugueses que assim decidiram. Nesses dia, o voto em branco valerá. Sei que hoje não. Talvez discordem de mim, talvez concordem. É justo, afinal isto é uma democracia. Sonho também que os deputados da AR, ganhem o salário mínimo, excepção àqueles que são desempregados e aí poderão receber um salário por inteiro. Agora, malta que recebe milhares com pensões, ordenados de cargos não executivos, e outro executivos, que faltam sistematicamente receberem mais uns milhares, não me parece justo. E ESTA É A VERDADE.
Voto em branco, em consciência, sereno.
Se alguém um dia me fizer mudar de ideias, divulgarei por todos os meios o meu sentido de voto. Até lá serei branco.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Mudem a estratégia

Seria mais inteligente ao PSD, deixar o Sócrates de lado, e fazer propostas aos portugueses.
A estratégia de 2009 foi claramente baseada nisto e depois deu o que deu.
É necessário que se afastem alguns "salvadores" que agora se juntam ao PSD.
A bem de todos nós. Depois não se queixem.

Ai PSD ...........

Olhando para as sondagens do dia de hoje, parece-me que há malta que ainda não percebeu que o Sócrates pode ganhar.
O Sr. dos Passos, deixou-se acompanhar por uma gente muito estranha, que inicialmente pensava que era governo, depois passou a pensar que ainda não era, e ou se põem finos, e nunca serão.
Ponham ordem na casa, calem-se um bocadinho, abafem a sede de ir ao pote, e por favor ganhem as eleições mais fáceis de sempre.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Política - Um texto de Paulo Jorge Dantas

Um texto do meu amigo Paulo Jorge Dantas. Para memória futura. Com a devida vénia.


PORTUGAL

Nestes tempos, diariamente, somos bombardeados com os problemas em que estamos metidos, a falta de soluções para os mesmos, a soberania que já não temos, etc, etc.
Não refuto nenhuma dessas noticias, todas me preocupam. Mas há algo que me preocupa mais, muito mais; nós, colectivamente, somos um povo com fraca memória e, nos últimos anos, criamos um exército de dependentes do estado que tudo fazem e farão para não deixarem de o ser. Dizem os comentadores profissionais que são cerca de Seis Milhões. Se, historicamente, nunca fomos de nos mexer muito, pensar que, neste momento difícil, 60% das pessoas vivem directa ou indirectamente do Estado, preocupa-me. Preocupa-me muito. Como podemos sair disto sem crescimento? Como podemos crescer sem iniciativa?
Por outro lado, só isto pode explicar que haja muita gente a querer voltar a votar no Engº Sócrates. Não pertenço e não apoio nenhum partido mas de uma coisa não tenho dúvida, este senhor fez muito mal a Portugal nos últimos seis anos, conduziu o País para este buraco e não é pessoa de bem, senão vejamos:
a vergonha da licenciatura, o Freeport, os processos da Cova da Beira, a incrível história (está nas escutas) da tentativa de compra da TVI, os projectos de engenharia da Guarda, as escutas que foram tornadas públicas e que o Supremo Tribunal decidiu destruir, os custos com a teimosia do TGV (analisem a cronologia dos factos), a encenação para se demitir quando ainda esta semana admitiu que sabia ser inevitável pedir ajuda externa e a ridícula e insuportável vitimização constante perante tudo e todos.
Chega? Não? Então vejam qual foi o défice em 2005 e acompanhem a sua evolução até ao presente, lembrem-se de quantas vezes ouvimos dizer que não havia crise nenhuma antes das eleições de 2009 e o que aconteceu logo a seguir. Seis anos! Seis anos de vitimização, arrogância e incompetência. E o programa de governo para os próximos anos? 6,8 de défice? O INE e o EUROSTAT confirmaram 9,1! Já não há vergonha?
Levou-nos à crise, mentiu-nos e mente-nos diariamente sem qualquer remorso. Não chega para vocês? Para mim chega. Eu sei que somos um povo com medo de mudança e que a maioria está agarrada a um “tacho”. Sei também que o outro candidato a primeiro ministro demonstra todos os dias que é lento, ingénuo (provavelmente incapaz) e está muito mal acompanhado – não é nele que votarei seguramente, mas o actual já foi longe demais e eu não vou ser conivente com a destruição do País que tanto amo.  Habituemo-nos a ser responsáveis pelo que fazemos e saibamos que quem escolhe os politicos é quem vota neles.
Vejo demasiadas pessoas a optar pela inércia de pensar, vejo demasiadas pessoas com o velho hábito de fazer de conta que não é nada com elas, demasiadas pessoas sem esperança. Daí que decidi tentar suscitar alguma discussão, algum pensamento, decidi ser cidadão activo nesta campanha. Cívicamente.
Vamos ter menos dinheiro sim, mas porquê chorar? Mudemos antes hábitos que nos matam e que nos estrangulam, aproveitemos para criar uma nova cultura e mentalidade como povo. Vamos ter menos carros e viagens e créditos sim, mas aproveitemos para recomeçar e viver com o que temos, um dia teremos mais. Vamos pagar uma longa factura sim, mas aproveitemos para tentar que os politicos, daqui em diante, sejam responsabilizados pela forma como gastam o dinheiro de todos nós, sim, não esqueçam que não é deles. Vamos ter que largar os “tachos” sim, mas por isso é que somos um país anémico, sem iniciativa, sem garra, sem orgulho, aproveitemos para arriscar, descobrir novos produtos e mercados, criar sinergias, trabalhar mais e melhor. Sim, precisamos de trabalhar mais e melhor e de nos queixar-mos menos, só assim poderemos ter, um dia, um salário mais justo, algo que seja nosso e não do banco. A cultura do mérito e do trabalho não são uma doença – como acham os dependentes atrás referidos – são uma característica de uma sociedade moderna e desenvolvida.
Mais estado social? Não, mais civismo, mais justiça e mais Consciência social.
Não nos adianta chorar, chega de sermos um povo lamechas, procuremos as saídas existentes, podem ser poucas mas são melhores do que desistir. Há sempre oportunidades em momentos de crise, creio que a oportunidade que esta nos traz é a de sermos um povo melhor, com melhores hábitos, mais preparados para o futuro. Uma Nação não se constrói só pensando no presente, melhorar a mentalidade da nossa sociedade requer sacrifícios – estes por exemplo – mas também queremos que os nossos filhos vivam melhor por isso tem que valer a pena, não podemos ser assim tão egoístas.
Sei que um texto não muda uma sociedade, mas a vontade de todos nós muda! Não sejamos cobardes.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Mais uma carta, mais uma viagem


Catroga volta a escrever a Silva Pereira

E nós continuamos há espera das respostas ...........

This house is a circus (6)

Isto apenas vai no inicio.
E já existe contra-resposta.

This house is a circus (5)

O circo vai começar a aquecer.
Isto cada vez está pior.

This house is a circus (4)

Vivemos actualmente um estado completamente louco de notícias, de comentários, em que parece que estamos na ponta final de algo. Ontem pelas televisões passearam cuidadosamente governantes, analistas, comentadores e afins sempre com o propósito de nos avisarem para a realidade "dura" que atravessamos, mas sempre cuidadosamente também sem referir os responsáveis deste estado actual.
Ora, a maioria dos intervenientes são os mesmos que nos governaram nos últimos 37 anos. São os mesmos que se guerrearam por completo na ânsia do poder, na ânsia de conseguir em alguns casos mais protagonismo que outra coisa qualquer, e por esse motivo, não vejo agora sinal para lhes dar ouvidos.
Este primeiro-ministro arrasou as contas do país. Os antepassados foram arrasando, criando monstros inqualificáveis dos quais não nos vamos livrar tão facilmente.
E hoje, todos têm soluções milagrosas, dão instruções, indicações, mas a interrogação paira no ar. Porque não o fizeram em seu tempo? Quando estiveram a usufruir democraticamente e de forma legítima da autoridade que a população lhes concedeu.
Por outro lado temos os que se manifestam por tudo, aqueles que acham que está tudo mal, mas na realidade quando chega o momento não exercem o seu direito de voto.Vale a pena lutar, passar por sacrifícios, mas quando chegar a hora deve fazer-se ouvir a voz. Eu já me decidi. A minha voz no dia 5 lá estará, independentemente das minhas convicções (que fui abandonando ao longo dos tempos) e daquilo que vejo.
O que vejo hoje não me agrada, não me seduz, e tenho dúvidas que algum jovem (fala-se tanto nos jovens) se sinta atraído pela política de hoje. Excepção aos "Boys and Girls", mas isso eram contas de outro rosário.
Por favor votem. Em quem quiserem, mas votem. Já chega.