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sexta-feira, 17 de junho de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Problema de expressão ou de tradução?
Vejam lá se leram bem, senão chama-se já aí umas tradutoras.
Silva Pereira volta a insistir que Governo não se comprometeu com descida da taxa social única no acordo com a troika. Mas o documento é explícito: é para fazer e já, no Orçamento de 2012. in Expresso
Silva Pereira volta a insistir que Governo não se comprometeu com descida da taxa social única no acordo com a troika. Mas o documento é explícito: é para fazer e já, no Orçamento de 2012. in Expresso
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A brincar às eleições
O PSD anda a brincar às eleições.
Não estão a conseguir passar mensagem nenhuma. E se ganharem será por desgaste dos outros e não por mérito. O PP está a fazer uma campanha totalmente inteligente (coisa que não admira). No entanto, as sondagens, não nos auguram nada de novo. Mas valem o que valem.
Depois disto tudo é caso para dizer que até o rato Mickey ganhava ao Sócrates.
Abram os olhos.
sábado, 14 de maio de 2011
Declaração de interesses
No dia 5 de Junho vou votar. Faço-o desde os meus 18 anos.
Votei sempre em eleições de qualquer tipo, referendos e outras coisas que tais. É um direito que me assiste e um dever. Assim posso sempre reclamar. Posso sempre manifestar a minha voz contra ou a favor de algo.
Sou de direita. Podia não ser, mas não era a mesma coisa. Sempre votei à Direita, na esmagadora maioria das vezes intercalada por alguns votos em branco. Como muitos estou cansado deste sistema, destas pessoas, destes políticos que nos governaram e dificlmente e mais grave, vejo muito poucos com capacidade para fazer algo no mínimo que nos ajude a sair daqui. Tenho assitido com alguma tristeza às mais variadas cretinices nos últimos meses, isto em matéria de escrita e também de declarações de políticos que na realidade apenas se governam, e se esqueceram de nos governar. Com o passar do tempo e das variadas eleições também eu me desiludi. Já fui filiado em dois partidos e assim me desfiliei. Cansei-me, fartei-me de hipocrisia e de tudo o que rodeia a política em Portugal. Parece-me que não fui feito para isso. Isto quase que parece um discurso à esquerda mas não é. Não quero sair do Euro, quero cá o FMI para ajudar com é óbvio, não quero sair da União Europeia, mas por outro lado gostaria que se fizesse política pela política, apenas e só.
Este Governo governou mal, e teoricamente deveria ser punido.A oposição de esquerda tem sido verdadeiramente inútil. Tem feito propostas de coisas que sabe que não se podem cumprir. O PSD, ficou áquem do esperado, com uma gigantesca quantidade de idiotas úteis que só sabem falar e nada dizem, embora o seu líder tenha efectuado um esforço meritório. Ora, o PP, optou estrategicamente (e bem) pelo silêncio durante as negociações com a Troika, e apresentou propostas que merecem algum aplauso porque sabemos que se podem cumprir. Ainda ontem, Paulo Portas sugeriu e muito bem a redução para metade dos deputados. Alguém está interessado? Parece que não. Mas mesmo assim não vou votar no CDS, já o fiz em muitos outros momentos, e agora não. Porque sou coerente com as minhas convicções, e no passado o líder deste partido, teve atitudes que me desgostaram profundamente. Então volto a deixar o meu boletim em branco. Sonho, como os homens sonham de que dia, na AR, se mudará a Constituição e os descrentes que exercem o seu direito de voto, ou seja aqueles que não falam mal só por falar, e enchem manifestações para o "convívio", tudo será diferente e na AR haverão cadeiras vazias, não se pagarão esses sal´rios porque existirem portugueses que assim decidiram. Nesses dia, o voto em branco valerá. Sei que hoje não. Talvez discordem de mim, talvez concordem. É justo, afinal isto é uma democracia. Sonho também que os deputados da AR, ganhem o salário mínimo, excepção àqueles que são desempregados e aí poderão receber um salário por inteiro. Agora, malta que recebe milhares com pensões, ordenados de cargos não executivos, e outro executivos, que faltam sistematicamente receberem mais uns milhares, não me parece justo. E ESTA É A VERDADE.
Voto em branco, em consciência, sereno.
Se alguém um dia me fizer mudar de ideias, divulgarei por todos os meios o meu sentido de voto. Até lá serei branco.
domingo, 8 de maio de 2011
E para o PSD?
Marcelo considera que o melhor cenário para o CDS e péssimo para o País era Sócrates
ter ligeiramente mais votos que Passos.
ter ligeiramente mais votos que Passos.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Mudem a estratégia
Seria mais inteligente ao PSD, deixar o Sócrates de lado, e fazer propostas aos portugueses.
A estratégia de 2009 foi claramente baseada nisto e depois deu o que deu.
É necessário que se afastem alguns "salvadores" que agora se juntam ao PSD.
A bem de todos nós. Depois não se queixem.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
As cenas de ódio acabam sempre mal - Ana Sá Lopes no "I"
Ana Sá Lopes no "I".
O que tem de correr mal corre necessariamente pior. A tragédia do resgate veio acompanhada de um filme de terror: não há ninguém para entregar as chaves de casa ou pelo menos para negociar com o mínimo de senso o aluguer do sítio à troika do FMI. A esquerda, num erro que lhe vai sair caro em campanha eleitoral, nem sequer aceita sentar-se à mesa das negociações, como se não fizesse parte de um país que também quer ser representado nas conversas com os negociadores. É mais fácil ficar na rua, mas nem sequer é líquido que a decisão do Bloco de Esquerda e do PCP lhes renda votos na classe média, acantonando-os de vez na função de partidos de protesto que não contam para as decisões.
Depois, o ódio entre Sócrates e Passos Coelho inviabilizou quaisquer mínimos olímpicos de diálogo - a somar a isto, a necessidade de sobrevivência política de Passos Coelho à frente do PSD e a fúria de Sócrates quando, depois do famoso tango, viu Passos a subir nas sondagens. Foi nos números e não noutra coisa qualquer que nasceu o ódio entre Passos Coelho e Sócrates - que, importa não esquecer, tinham sido aliados "fácticos" no tempo em que Manuela Ferreira Leite estava à frente do PSD.
O fundador do PS Mário Soares, que liderou um governo do Bloco Central antes de ser eleito Presidente da República, manda várias mensagens interessantes, na entrevista que publicamos nesta edição do i, contra a cena do ódio que domina neste momento a política portuguesa. Mário Soares encontrou-se com Pedro Passos Coelho e não viu um monstro, viu um homem normal "com quem é possível falar" e, inclusive, "bem-intencionado", com quem teve encontros recentes "para estabelecer algumas pontes necessárias", que decorreram "sem dificuldades", como conta na entrevista.
A cena do ódio que Sócrates estimulou teve o seu ponto alto esta semana com o afastamento doministro das Finanças das listas de deputados. O desmentido vindo ontem de "fonte oficial", segundo o qual tudo continua bem entre os dois homens - depois de Teixeira dos Santos ter anunciado o recurso ao FMI, precipitando uma comunicação ao país que Sócrates não queria que acontecesse naquele dia -, é evidentemente para épater les bourgeois. Como o i noticiou a 8 de Abril, Teixeira dos Santos não esperou por Sócrates para anunciar o resgate iminente. Se Sócrates sobreviver a este esfrangalhamento público é um milagre.
sábado, 23 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
O despedimento de Teixeira dos Santos
Manuel Queiróz no "I"
"A próxima campanha será feita em circunstâncias difíceis", disse ontem Francisco Assis, ainda líder parlamentar do PS. É algo óbvio e que todos os socialistas sabem, porque o eleitorado vai, sobretudo, julgar os seis anos de José Sócrates e o pedido de ajuda externa que se viu obrigado a fazer contra tudo o que tinha dito. É a vida, como dizia Guterres.
Ontem conheceram-se as listas de candidatos a deputados e José Sócrates impôs a sua quota em Lisboa (nove nomes foram indicados directamente pelo secretário-geral), o que mostra como não quer correr muitos riscos. E é capaz de também ser por isso que o Movimento Humanismo e Democracia (que tinha as deputadas Teresa Venda e Rosário Carneiro, num acordo que vinha do tempo de Guterres) também já não teve lugar. Teresa Venda acha que "o objectivo do PS é ir buscar o eleitorado que perdeu nos últimos anos para o Bloco de Esquerda" e diz também que o fim do acordo deve estar ligado "às baixas expectativas eleitorais" do partido. "Acho que o PS está em risco de perder alguns lugares no parlamento e quer garanti-los para os seus." Também há, claro, muitos interessados - e desta vez é capaz de haver menos lugares disponíveis. Certo é que não houve lugar sequer para Luís Amado, o ministro dos Negócios Estrangeiros que nem achava mal nenhum em que o PS tivesse agora a sua cura de oposição, como disse durante o congresso de Matosinhos à TVI.
Há alguns lugares para independentes mas, tal como no PSD, a abrangência de José Sócrates é bastante limitada, até dentro do partido. Ou com os amigos mais próximos: Teixeira dos Santos também não coube porque "as relações acabam", como disse Vieira da Silva. Às vezes acabam mal, porque o ministro das Finanças aguentou muito, mas teve mesmo de forçar o pedido de ajuda externa. Na política, a amizade é sempre um valor relativo e Teixeira dos Santos também sabe isso. Em plena negociação com o FMI é mesmo o tempo certo para despedir o (ainda) ministro das Finanças.
Em 2009, o homem nascido na Maia fez uma campanha fortíssima, empenhou-se quase como um militante (que não era) e no Porto chegaram a querê-lo como número um. Agora foi chutado para canto, em mais um sinal de que José Sócrates não perdoa - de tal modo que Vieira da Silva nem teve de disfarçar ontem como não gostava do homem da massa que muito ajudou José Sócrates.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Campaínhas
Se calhar o melhor é pedir a alguém para ir tocar à porta do FMI ou F.M.I.
Dá-se uns trocos a um míudo e ele faz isso. Já que os grandes (PS e PSD) ficaram com medo.
O estado actual da nossa política é vegonhoso, decadente e chocante.
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